quinta-feira, 18 de outubro de 2012



O QUE É IDEOLOGIA?
Uma   definição   do   dicionário   Houaiss: “sistema   de   idéias (crenças,   tradições,   princípios   e   mitos)  interdependentes, sustentadas   por  um  grupo  social  de  qualquer  natureza  ou dimensão, as   quais   refletem, racionalizam   e   defendem  os
próprios  interesses  e compromissos institucionais, sejam estes morais, religiosos, políticos ou econômicos”.
 
 "A ideologia é um conjunto lógico, sistemático e coerente de representações (idéias e valores) e de normas ou regras (de conduta) que indicam e prescrevem aos membros da sociedade o que devem pensar e como devem pensar, o que devem valorizar e como devem valorizar, o que devem sentir e como devem sentir, o que devem fazer e como devem fazer. Ela é, portanto, um corpo explicativo (representações) e prático (normas, regras, preceitos) de caráter prescritivo, normativo, regulador, cuja função é  dar   aos   membros   de
uma sociedade dividida em classes uma explicação racional para as diferenças sociais, políticas e culturais, sem jamais atribuir tais diferenças à divisão da sociedade em classes, a partir das divisões na esfera da produção.

      Ideologia: um produto da...
A) História - produto do tempo
B) Sociedade - produto das classes
C) Cultura - produto da moral


HISTÓRIA - Ex.1: Como o Negro e a Mulher são vistosHistória do Brasil?

SOCIEDADE - Ex 2: Nordestinos, (I)migrantes no Brasil e no mundo?

CULTURA - Ex.3: Apedrejamento das mulheres, Aborto, Nulação de casamento no Brasil (até 2001)?


 A Ideologia pode ser:
- Política (Fascismo, Nazismo, Stalinismo etc)
- Econômica (Liberal, Neoliberal)
- Social (Estamentos, Classes, Castas)
- Cultural (os diversos tipos de etnocentrismos)
- Religiosa (Cristianismo, Judaísmo, Islamismo)
   Meios de transmissão das Ideologias
- Meios de Comunicação de Massa (TV, Jornais,
Revistas, Internet etc)
- Família
- Escola
- Igreja
- Estado

Tipos de Ideologia 

Ideologia Política

Ideologia Econômica 

Ideologia Cultural

Ideologia Social

Ideologia Religiosa 



PROPAGANDA IDEOLÓGICA

A propaganda ideológica busca quaisquer objetivos ligados à política, seja ela econômica, religiosa, social, etc. em função da conquista de adeptos à ideologia objetivada, para isto, mudando o pensamento do espectador.
Para a propaganda ideológica podemos citar as inúmeras propagandas do governo, que apresentam um fato, verídico ou não, em que a forma de exposição desse fato induz a população a formar uma determinada idéia, sempre dando uma visão parcial, camuflada da realidade. A eficiência de uma propaganda ideológica está ligada diretamente ao nível educacional e cultural da população, ou seja, quanto maior for esse nível, menor serão os efeitos de uma propaganda ideológica e vice-versa.

 Como romper com a ideologia dominante?
*Pensamento Filosófico: “Negar as aparências”
*Reflexão: Atitude crítica
*Romper com os dogmatismos;
*Romper com os pensamentos prontos.




terça-feira, 7 de agosto de 2012

CERGS - 2ºANO - FILOSOFIA - RELAÇÕES ENTRE OS VÁRIOS TIPOS DE CONHECIMENTO.




Algumas relações entre os vários tipos de conhecimento
Ao considerar os nossos conhecimentos podemos distinguir:
  • O conhecimento por contacto (conhecer por experiência ou contacto sensorial pessoas, objectos, lugares, etc.).
  • O saber-fazer (conhecimento prático, saber efectuar actividades).
  • O “saber que” (ou conhecimento proposicional, e que consiste naturalmente no conhecimento de proposições).

Nalgumas situações essas formas de conhecimento podem relacionar-se umas com as outras de  diversos  modos. Noutras  situações  pode não haver relação.

Existem muitos problemas cuja resolução implica o recurso aos vários tipos de conhecimento.
Por   exemplo: um cirurgião  precisa  de  ter  conhecimentos  práticos relativos   ao    manuseamento  dos  instrumentos   cirúrgicos,    mas também  precisa   de   ter   numerosos  conhecimentos proposicionais acerca da anatomia  e  fisiologia do corpo humano, das doenças e das melhores   estratégias   para   executar  as intervenções cirúrgicas; e precisa   também  de  algum  conhecimento  por   contacto   de  cada paciente.
Passa-se   o   mesmo   com   um   mecânico   ou  com um engenheiro agrónomo.
Teste a sua compreensão explicando porquê.

O saber-fazer   e   o  conhecimento por contacto podem muitas vezes dar origem a conhecimentos proposicionais.
No   caso   do   saber-fazer, isso   sucede   principalmente  quando as pessoas tentam descrever o que sabem fazer e explicam verbalmente como se faz.
No  caso  do  conhecimento  por contacto, isso sucede principalmente quando  as  pessoas  tentam  descrever   algo   que  aprenderam por experiência, quando   pôr em palavras algo conhecido através do contacto sensorial.
Por exemplo:
Uma   pessoa que sabe andar de bicicleta pode (se quiser ajudar uma criança a aprender, se quiser escrever um livro sobre o assunto, etc.) exprimir o que sabe através de frases como “Para andar de bicicleta é preciso manter o equilíbrio” ou “Para andar de bicicleta e não cair não se deve inclinar o corpo para um dos lados”.
Uma pessoa que conheceu  pessoalmente uma personalidade famosa, por  exemplo  o  realizador cinematográfico Woody Allen, pode depois tentar exprimir as suas impressões através de frases como “O Woody Allen  é  uma  pessoa  tímida  e  reservada”  ou “O Woody Allen mexe muito as mãos e tem uma dicção peculiar”, etc.
Essas frases exprimem proposições. Já não se trata apenas de saber-fazer  ou  de  conhecimento  por   contacto, mas   de    conhecimento proposicional.
Teste a sua compreensão imaginando outros exemplos.

Podemos     ter     um    conhecimento    meramente      proposicional relativamente a certas coisas, mas depois   desenvolver  em relação a elas conhecimentos práticos e por contacto, numa tentativa de aplicar e concretizar esse conhecimento proposicional.
Por exemplo:
Uma   pessoa    (eventualmente   um  preso,   numa   cadeia)    pode recolher muitas informações sobre informática   sem saber realmente trabalhar com um computador e   depois  experimentar fazê-lo. Ao fazer isso estará a desenvolver um  saber-fazer, já não se limitando o seu saber informático à mera posse de informações e teorias.
Essa  mesma  pessoa  poderá recolher muitas informações   sobre   a cidade de Florença (ficando a conhecer  muitos  aspectos geográficos, económicos, artísticos, etc.) sem   nunca     ter   ido. Mas se depois visitar Florença  e  for  ver  os lugares, monumentos, etc., acerca dos quais recolhera informações estará a complementar   o conhecimento proposicional que já tinha com conhecimento por contacto.
Teste a sua compreensão imaginando outros exemplos.

No entanto, essas relações entre os diferentes tipos de conhecimento não ocorrem sempre. Há muitas situações em que essas modalidades de conhecimento se desenvolvem de modo independente.
Por exemplo:
Uma    pessoa    pode    saber    andar   de bicicleta e nunca formular quaisquer    proposições    sobre   o    assunto. Nesse    caso,  o   seu conhecimento é apenas um saber-fazer (que não poderia existir  se  a pessoa não tivesse conhecimento por contacto de bicicletas, mas  que é diferente deste – como   se  comprova pelo facto de muitas pessoas que      viram  e   tocaram   em   bicicletas   não  saberem andar de bicicleta).
Uma   pessoa   pode   conhecer  pessoalmente o Woody Allen e nunca fazer quaisquer declarações acerca dele ou sequer pensar nele. Nesse caso, o seu conhecimento é apenas um conhecimento por contacto.
Uma pessoa pode saber imensas coisas a cerca da cidade de Florença e morrer sem a visitar. Nesse caso, o  seu  conhecimento de Florença terá sido sempre proposicional.


  
- Tipos de Conhecimentos
Conhecer é incorporar um conceito novo, ou original, sobre um fato ou fenômeno qualquer. O conhecimento não nasce do vazio e sim das experiências que acumulamos em nossa vida cotidiana, através de experiências, dos relacionamentos interpessoais, das leituras de livros e artigos diversos.
Entre todos os animais, nós, os seres humanos, somos os únicos capazes de criar e transformar o conhecimento; somos os únicos capazes de aplicar o que aprendemos, por diversos meios, numa situação de mudança do conhecimento; somos os únicos capazes de criar um sistema de símbolos, como a linguagem, e com ele registrar nossas próprias experiências e passar para outros seres humanos. Essa característica é o que nos permite dizer que somos diferentes dos gatos, dos cães, dos macacos e dos leões. Ao criarmos este sistema de símbolos, através da evolução da espécie humana, permitimo-nos também ao pensar e, por conseqüência, a ordenação e a previsão dos
fenômenos que nos cerca.

Existem diferentes tipos de conhecimentos:

1 - Conhecimento Empírico (ou conhecimento vulgar, ou senso-comum):
É o conhecimento obtido ao acaso, após inúmeras tentativas, ou seja, o conhecimento adquirido através de ações não planejadas.
Exemplo:
1) A chave está emperrando na fechadura e, de tanto experimentarmos abrir a porta, acabamos por descobrir (conhecer) um jeitinho de girar a chave sem emperrar;
2) Criar software sem capacitação técnica ou superior, baseado na tentativa e erro.

2 - Conhecimento Filosófico
É fruto do raciocínio e da reflexão humana. É o conhecimento especulativo sobre fenômenos, gerando conceitos subjetivos. Busca dar sentido aos fenômenos gerais do universo, ultrapassando os limites formais da ciência.
Exemplo:
1) "O homem é a ponte entre o animal e o além-homem" (Friedrich Nietzsche);
2) “Em primeiro lugar, risco afeta acontecimentos futuros. Presente e passado não preocupam, pois o que colhemos hoje já foi semeado por nossas ações anteriores. A questão é mudando nossas ações hoje, podemos criar oportunidade para uma situação diferente e possivelmente melhor para nós amanhã? Isso significa, em segundo lugar, que risco envolve mudança, como por exemplo, mudança de pensamento, opinião, ações ou lugares..., e em terceiro lugar, o risco envolve escolha e a incerteza que a própria escolha envolve. Assim, paradoxalmente, o risco, como a morte e os impostos, é uma das poucas certezas da vida.” (Robert Charette).


3 - Conhecimento Teológico
Conhecimento revelado pela fé divina ou crença religiosa. Não pode, por sua origem, ser confirmado ou negado. Depende da formação moral e das crenças de cada indivíduo.
Exemplo:
_ Acreditar que alguém foi curado por um milagre;
_ Acreditar em Duende;
_ Acreditar em reencarnação;
_ Acreditar no espiritismo.

4 - Conhecimento Científico
É o conhecimento racional, sistemático, exato e verificável da realidade. Sua origem está nos procedimentos de verificação baseados na metodologia científica. Podemos então dizer que o Conhecimento Científico:
_ É racional e objetivo;
_ Atém-se aos fatos;
_ Transcende aos fatos;
_ É analítico;
_ Requer exatidão e clareza;
_ É comunicável;
_ É verificável;
_ Depende de investigação metódica;
_ Busca e aplica leis;
_ É explicativo;
_ Pode fazer predições;
_ É aberto;
_ É útil.
Exemplo:
_ Descobrir uma vacina que evite uma doença;
_ Descobrir quais os problemas existentes no desenvolvimento de software;
_ Descobrir como se dá a implementação de um sistema embarcado.

5 - Conclusão
Todos os tipos de conhecimentos existentes possuem importâncias e refletem na formação do indivíduo. Porém o conhecimento científico possui embasamento sustentável, necessário para que seja possível realizar pesquisas e desenvolvimentos de produtos que venham propiciaram soluções para os problemas (Questões) encontrados

quarta-feira, 20 de junho de 2012

UM POUCO DE CIÊNCIA (CONHECIMENTOS GERAIS)


UM POUCO DE CIÊNCIA

TEORIA DA RELATIVIDADE
É a idéia mais brilhante de todos os tempos - e certamente também uma das menos compreendidas. Em 1905, o genial físico alemão Albert Einstein afirmou que tempo e espaço são relativos e estão profundamente entrelaçados. Parece complicado? Bem, a idéia é sofisticada, mas, ao contrário do que se pensa, a relatividade não é nenhum bicho-de-sete-cabeças. A principal sacada é enxergar o tempo como uma espécie de lugar onde a gente caminha. Mesmo que agora você esteja parado lendo o meu blog, você está se movendo - pelo menos, na dimensão do tempo. Afinal, os segundos estão passando, e isso significa que você se desloca pelo tempo como se estivesse em um trem que corre para o futuro em um ritmo constante. Até aí, nenhuma novidade bombástica. Mas Einstein também descobriu algo surreal ao constatar que esse "trem do tempo" pode ser acelerado ou freado. Ou seja, o tempo pode passar mais rápido para uns e mais devagar para outros. Quando um corpo está em movimento, o tempo passa mais lentamente para ele.
Se você estiver andando, por exemplo, as horas vão ser mais vagarosas para você do que para alguém que esteja parado. Mas, como as velocidades que vivenciamos no dia-a-dia são muito pequenas, a diferença na passagem do tempo é ínfima. Entretanto, se fosse possível passar um ano dentro de uma espaçonave que se desloca a 1,07 bilhão de km/h e depois retornar para a Terra, as pessoas que ficaram por aqui estariam dez anos mais velhas! Como elas estavam praticamente paradas em relação ao movimento da nave, o tempo passou dez vezes mais rápido para elas - mas isso do seu ponto de vista. Para os outros terráqueos, foi você quem teve a experiência de sentir o tempo passar mais devagar. Dessa forma, o tempo deixa de ser um valor universal e passa a ser relativo ao ponto de vista de cada um - daí vem o nome "Relatividade". Ainda de acordo com os estudos de Einstein, o tempo vai passando cada vez mais devagar até que se atinja a velocidade da luz, de 1,08 bilhão de km/h, o valor máximo possível no Universo.
A essa velocidade, ocorre o mais espantoso: o tempo simplesmente deixa de passar! É como se a velocidade do espaço (aquela do velocímetro da nave) retirasse tudo o que fosse possível da velocidade do tempo. No outro extremo, para quem está parado, a velocidade está toda concentrada na dimensão do tempo. "Einstein postulou isso baseado em experiências de outros físicos e trabalhou com as maravilhosas conseqüências desse fato", diz o físico Brian Greene, da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, autor do livro O Universo Elegante, um best seller que explica em linguagem simples as idéias do físico alemão. Mas as descobertas da Relatividade não param por aí. Ainda em 1905, Einstein concluiu que matéria e energia estavam tão entrelaçadas quanto espaço e tempo. Daí surgiu a célebre equação E = mc2 (energia = massa x a velocidade da luz ao quadrado), que revela que uma migalha de matéria pode gerar uma quantidade absurda de energia.
Por fim, em 1916, Einstein examinou a influência do espaço e do tempo na atração entre os corpos e redefiniu a gravidade - até então, a inquestionável física clássica de Isaac Newton (1642-1727) considerava apenas a ação da massa dos corpos. Sua Teoria da Relatividade, definida em uma frase dele mesmo, nos deixou mais próximos de "entender a mente de Deus".

Uma descoberta genialEinstein mostrou que espaço, tempo, massa e gravidade estão intimamente ligados
1 - Segundo o físico alemão Albert Einstein, tudo no Universo se move a uma velocidade distribuída entre as dimensões de tempo e espaço, como mostra o gráfico ao lado. Para um corpo parado, o tempo corre com velocidade máxima. Mas quando o corpo começa a se movimentar e ganha velocidade na dimensão do espaço, a velocidade do tempo diminui para ele, passando mais devagar. A 180 km/h, 30 segundos passam em 29,99999999999952 segundos. A 1,08 bilhão de km/h (a velocidade da luz), o tempo simplesmente não passa
2 - Uma conseqüência dessa alteração da velocidade do tempo é a contração no comprimento dos corpos. Segundo a Teoria da Relatividade Especial - a primeira parte da teoria de Einstein, elaborada em 1905 -, quanto mais veloz alguma coisa está, mais curta ela fica. Por exemplo: quem visse um carro se mover a 98% da velocidade da luz o enxergaria 80% mais curto do que se o observasse parado
3a - Na chamada Teoria Geral da Relatividade (a segunda parte do estudo, publicada em 1916), Einstein usou a constatação anterior para redefinir a gravidade. Isso pode ser demonstrado com um exemplo simples: neste tipo de brinquedo comum em parques de diversões, a rotação da máquina mantém as pessoas grudadas na parede pela força centrífuga, como se houvesse uma "gravidade artificial". No desenho, o brinquedo está girando e, enquanto isso, é medido com duas réguas (A e B)
3b - A régua "A" é usada para medir a circunferência do brinquedo, na direção em que ele gira. Como ela está em movimento, basta lembrar do item 2 para saber que ela fica mais curta. Já a régua "B" mede o raio, portanto não se movimenta e permanece com o tamanho normal. O incrível é que a medição da régua encurtada revela não um círculo plano, como o brinquedo parece ser, mas um círculo distorcido, curvado. Essa curvatura invisível gera a "gravidade artificial" que mantém as pessoas grudadas na parede do brinquedo. Na vida real, a diferença é que as massas dos corpos são mais importantes para criar a curvatura do que sua velocidade
4 - A gravidade real também funciona assim. O Sol curva tanto o espaço ao seu redor que mantém a Terra em sua órbita - como se ela estivesse "grudada na parede", lembrando o exemplo do brinquedo. Já a força que prende as pessoas ao chão é a curvatura criada pela Terra no espaço ao seu redor. Einstein também descobriu que, quanto maior a gravidade, mais lento é o ritmo da passagem do tempo. Por isso, ele chamou essa força de "curvatura no tecido espaço-tempo", idéia representada no desenho abaixo
5 - Uma aplicação prática da Relatividade é a calibragem dos satélites do GPS, que orientam aviões e navios. Pela Relatividade Especial, sabe-se que a velocidade de 14 mil km/h dos satélites faz seus relógios internos atrasarem 7 milionésimos de segundo por dia em relação aos relógios da Terra. Mas, segundo a Relatividade Geral, eles sentem menos a gravidade (pois estão a 20 mil km de altitude) e adiantam 45 milionésimos de segundo por dia. Somando as duas variáveis, dá um adiantamento de 38 milionésimos por dia, que precisa ser acertado no relógio do satélite. Portanto, se não fosse pela teoria de Einstein, o sistema acumularia um erro de localização de cerca de 10 quilômetros por dia
Um novo livro da coleção "Para Saber Mais" - editado pela revista Superinteressante - ajuda você a mergulhar fundo nestas fascinantes idéias de Einstein. Teoria da Relatividade, do físico Oscar Matsura já está nas bancas.


domingo, 17 de junho de 2012

SEMANA DE PROVAS - FILOSOFIA E SOCIOLOGIA - CERGS E CIEP310


Estabeleça um ritmo de estudo, horários e local adequado para que haja concentração e entendimento a matéria.


Para que não aconteça isto na hora da prova.




Dicas para as avaliações de Filosofia e Sociologia.
FILOSOFIA - 3º ANO - CIEP 310 E CERGS
- ESTUDAR OS ASPECTOS COMUNS E AS DIFERENÇAS ENTRE NORMAS JURÍDICAS E NORMAS MORAIS.
- ESTUDAR OS ASPECTOS ÉTICOS NA FILOSOFIA ARISTOTÉLICA (ÉTICA DO EQUILÍBRIO).
SOCIOLOGIA - 3º ANO - CIEP 310 E CERGS
- IDENTIFICAR AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DOS TIPOS DE ESTADOS ESTUDADOS EM SALA DE AULA.
- ESTUDAR AS VÁRIAS TEORIAS QUANTO A CRIAÇÃO DOS ESTADOS (KARL MARX, ÉMILE DURKHEIM E MAX WEBER).
- SABER IDENTIFICAR OS CONCEITOS SOBRE NAÇÃO E ESTADO E OS ELEMENTOS QUE OS COMPÕEM.